Texto publicado originalmente em trabalhos anteriores do autor.
Um dos posts mais acessados de toda a recente história do MC é este, sobre Amy Winehouse.
Óbvio que é uma notícia, e as milhares (literalmente) de visitas que tiveram por aqui foram de pára-quedistas do Google. Acho que chegou a vez de falar o que realmente penso da cantora em um post um pouco maior.
Amy Winehouse, Amy “Casa de Vinho”, como alguém com um nome assim não vai gerar polêmica? (Como bom estudante de Letras, conheço o conceito de língua lexicológica e gramatical, sei que Winehouse é só uma junção de morfemas devido ao alto grau de imotivação da língua saxônica e não significa necessariamente casa de vinhos, enfim)
A cantora britânica iniciou sua carreira em 2003 com o álbum Frank, mas, pelo menos para mim, só foi ser reconhecida pelo abuso de álcool, drogas e vexames públicos, no final de 2007 e começo de 2008.
É fato que Amy tem uma voz poderosa, um talento considerável. Talento esse que TODAS as pessoas com que conversei antes de escrever essa “matéria” defenderam com unhas, dentes e uma caneca vermelha do nescafé. Isso, porém, não ofusca todos os escândalos que a cantora tem protagonizado nos últimos tempos, que infelizmente ainda a fazem mais e mais famosa.
Sério, vejam as notícias:
Amy Winehouse Vai novamente para clínica, diz jornal; agente nega.
Amy Winehouse deixa hospital em Londres.
Amy Winehouse dá soco em fã em Glastonbury.
Amy Winehouse bebe vinho durante apresentação no Rock in Rio Madri.
Amy Winehouse é presa novamente.
Poderia continuar com isso por dias sem fim.
Amy Winehouse tem um problema. Vícios, hábitos e um estilo de vida que prejudica sua saúde. No entanto, alavanca sua carreira. Caso alguma das centenas de rehabs que a garota freqüentou finalmente dessem resultado, ela entraria em uma espécie de esquecimento. Algo parecido com o que houve com Lindsay Lohan.
Há tantos atores, músicos, pintores, artistas em geral com talento, que é necessário algum artifício para que haja destaque no concorrido showbussines. Uns usam a sua homossexualidade, outros o humor ou simpatia, Amy usa o comportamento abusivo. Este é seu diferencial.
Isso, no entanto, só acontece devido à terrível necessidade humana de observar a desgraça alheia. Gostamos do caos, amigos. Talvez essa ganância midiática pela decadência do próximo motive muitas vezes esse tipo de comportamento. Conheci pessoas que achavam bonito se intitular como junkie ou fumar para “aparecer”. Ao se aumentar as proporções aumentam-se também o excesso necessário para o destaque.
A solução mais sensata do ponto de vista financeiro e histórico seria a morte da cantora por overdose ou doenças causadas pelo uso de drogas e álcool. O que deve acabar acontecendo mesmo. A imortalização da mesma como mártir do Live Fast, Die Young seria imediata. Seus discos iriam vender como água e ela finalmente se afirmaria como o Sid Vicious dessa geração.

Waiting for you, Amy

Agosto 27, 2009 às 11:36 am |
Cara, o rock é um sentimento muito maior que qualquer curso racional de Letras…
Você nunca vai entender o significado…
Vá discutir sobre temas mais racionais como por exemplo “As modificações da lingua portuguesa” sei lá.
Opiniões como as suas são uma perda de tempo…
Perdi 10 mim lendo essa porcaria que você escreveu…
Vá se fu….
Setembro 7, 2009 às 4:24 pm |
Aff….ela escreve o q ela qer o blog eh dela
E EH ELA Q MANDA NESSA PORRA!