Dia 2: Shopping – 26 de dezembro de 2008
Pude finalmente sanar uma de minhas dúvidas brasileiras: Saber o que argentinos comem de café da manhã. Ao contrário dos hotéis nordestinos que estou acostumado, não tivemos tapioca ou fubá. Havia bolinhos doces, croissants, café (claro), suco, iogurte, bolo de chocolate, biscoito e torradas.
Logo após o desjejum enfrentamos a maratona de quase 15 quadras até o shopping. Uma das certezas do dia anterior foi confirmada durante a caminhada, argentinos tem cabelos estranhos. Sério, mullets estão na moda e pequenos fiapos ou rabinhos na nuca também.
Algo que me impressionou em Buenos Aires foi a força de trabalho. Ela é composta em s a maioria por jovens. Jovens mesmo. Algo como aqueles “after school Jobs” que vemos nos filmes. Muita gente diferente, com piercings, moicanos, e tranças nos balcões das lojas.
A Av. Rivadavia é repleta de lojas de importados de origem duvidosa. Chineses e Koreanos aos montes. O único problema é que as compras são unicamente em Mayor (atacado). Há muita coisa bonita, lojas de pescas e ferragens e milhões de armas orientais são comuns aqui.
Finalmente chegamos ao Plaza Del Torres, supostamente o maior shopping da cidade. Não achei lá grande coisa. Claro que é bonito, mas é tudo muito caro. Até mesmo a praça de alimentação me desanimou profundamente. Acabei comendo no Mc donnalds. A Loja da Adidas e da Puma são perfeitas, mas repito: caras. Muitas grifes como Armani e Dior se empoleiram nos corredores ao lado de trocentos cafés.
Contrariando o que já achava, argentinos não são educados. Pediram “gentilmente” para abrir minha mochila duas vezes sem motivo algum, logo após ter passado pelas portas sem que nenhum alarme disparasse.
Um fato que muito me chamou atenção foi ter rodado o shopping inteiro sem ver nenhum Xbox 360. Sério, ps3 e wiis aparecem em todos os lugares, mas nada de 360 por aqui.
A tarde foi muito, muito parada. Descansei no hotel da pernada matutina, li um pouco e dormi o necessário. Viajar com a família é exatamente assim: muito dinheiro, mas poucas festas.
Noite calma por aqui. Comi mais uma vez no Mc donnalds perto do hotel. Pretendíamos comer em uma churrascaria na outra esquina, mas só abriria às 8 da noite e a fome era grande. Fiquei cerca de 20 minutos no Messenger da lanchonete, só então percebi o quanto já sinto saudades de casa.
Escrito por Fernando Portelada
Escrito por Fernando Portelada
Escrito por Fernando Portelada