Selo “Olha que blog maneiro”

Janeiro 30, 2009

O EntrelinhaZ recebeu ontem uma indicação para o selo “Olha que blog maneiro” pelo Devaneio Concentrado. Agradeço principalmente aos leitores ao pessoal do DC por lembrarem de mim. Sempre é bom ver que há pessoas que apreciam nosso trabalho.

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As regras para participar deste selo são:

1- Exiba a imagem do selo “Olha Que Blog Maneiro” que você acabou de ganhar!
2- Poste o link do blog que te indicou.
3- Indique 10 blogs de sua preferência.
4- Avise seus indicados.
5- Publique as regras.
6- Confira se os blogs indicados repassaram o selo e as regras.
7- Envie sua foto ou de um(a) amigo(a) para olhaquemaneiro@gmail.com, juntamente com os 10 links dos blogs indicados para verificação. Caso os blogs tenham repassado o selo e as regras corretamente, dentro de alguns dias você receberá 1 caricatura em P&B.

Meus Indicados:

Situações Inusitadas

Coeli

Móo Legal

Fala Botão

Devorando Livros

Seco/Sarcástico Simpático

Letras e Rascunhos


Resident Evil 5 DEMO: Review

Janeiro 29, 2009

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Após mais de um mês com inveja dos japoneses, o demo americano de Resident Evil 5 finalmente atingiu a Xbox Live nos últimos dias. Ocupadíssimo com minhas férias totais pela primeira vez em sei lá quanto tempo já tive a oportunidade de me deliciar com essa maravilha e contar a experiência para vocês.

Assim como no Demo nipônico duas fases de cerca de 15 minutos cada estão disponíveis para teste. O game desta vez é todo em modo Co-op, tendo seu segundo player guiado pelo outro controle, pela XBL ou pelo ótimo sistema de AI. Seria necessário um capítulo repleto de adjetivos para puxar o saco da inteligência do “computador”, já que ela pega a própria munição, troca as que não vão ser utilizadas com você, usa os itens de cura sozinha e tem até um bom desempenho ao atirar. Melhor que o meu no começo do jogo. Mas não pensem que chega a ser algo que atrapalhe o seu divertimento, a AI não vai matar todos os inimigos sozinha e lhe deixar com gostinho de quero mais.

Os gráficos, como já era de se esperar, beiram a perfeição. Algo bem no nível de Gears of War 2, senão melhor. Desde o menu, onde tudo parece vivo, até o sombreamento, as texturas e até mesmo os detalhes do cenário, como as pichações na parede, sujeira, lixo e poeira, fazem todo o jogo parecer uma grande CG de ação. As explosões são um espetáculo a parte. Tudo voa, se mexe, o controle treme. Perfeito.

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Resident Evil 5 parece ter sido construído sobre a engine do seu irmão mais velho, Resident Evil 4 e as mudanças ocorridas nesse capítulo não foram tão drásticas como as ocorridas no decorrer da série. O game continua em terceira pessoa com um sistema de mira idêntico ao de seu predecessor. Li em algum lugar que dessa vez seria finalmente possível atirar e andar ao mesmo tempo. Grande engano. Por outro lado, agora o menu de equipamentos é acessado no decorrer do jogo, ao contrário de RE4 quando apertávamos START. É ação interrupta. Também é possível a escolha de até 8 itens em tempo real pelo direcional e até mesmo repassá-los à Sheva, sua parceira.

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A movimentação, tanto dos personagens como dos inimigos, é linda com um ar de veracidade imenso. O peso corpóreo de um infectado ao pular uma janela faz um agachamento quase que involuntário, beirando a realidade. A luta corpo a corpo também está absurdamente melhor do que nas versões passadas. Enquanto no RE4 tudo que você podia fazer era a mesma combinação de chutes repetidas vezes, sem muita inovação, neste game há cruzados, ganchos e chutes (além daqueles desferidos por Sheva), tudo isso gerando um efeito muito bonito na tela.

A primeira fase disponível, Public Assembly, parece muito com o começo de RE4, onde você se vê cercado de “zumbis” por todos os lados e tem que escapar durante certo tempo até a chegada do reforço, e conseqüentemente do final do estágio. Tentei usar a mesma técnica do jogo anterior escorando dentro de uma residência randômica e segurar a horda e recebi um FAIL imenso na cara. Impossível. O jeito é correr, pular, atirar e torcer para não encontrar o cara imenso com um machado. Shanty Town, por sua vez, é bem mais estratégica, usando de seu parceiro para acessar lugares inalcançáveis e do posicionamento de barris explosivos para ajudar na luta contra o inimigo da serra elétrica.

Para quem também quiser jogar este FANTÁSTICO Demo, o link do download por Torrent está AQUI. Após baixar o arquivo é só queimar em um CD ou DVD e ir até DEMOS em seu 360. Vale lembrar de que NÃO É NECESSÁRIO um console desbloqueado.

Resident Evil 5 tem previsão de lançamento para 13 de março de 2009. Façam suas vaquinhas.


A arte de inventar jogos.

Janeiro 27, 2009

Parece mentira, mas dois amigos e eu inventamos um jogo.

Era uma tarde sexta feira e após uma tempestade de raios que levaria qualquer jangada para ilhas desconhecidas, fomos obrigados a desligar o computador e desplugar o resto dos eletrônicos de suas respectivas tomadas (videogame, televisão, esteira e bateria eletrônica, essas coisas) redescobrindo todos os significados da palavra “marasmo”.

Sentados na cama e conversando sobre a vida, a única opção disponível seria uma partidinha amistosa de poker. Com a maleta de fichas a tira-colo começamos a brincar com os dados e embaralhar as cartas, enrolando mesmo, já que na verdade ninguém queria realmente jogar.

Enquanto o diálogo se desviava para antigos mundos e sistemas de RPG criados há muito tempo, quando éramos felizes, cartas do baralho começaram a ser distribuídas e alguém pensa em voz alta: Vamos criar um jogo. Assim nasceu nosso legado para a humanidade: King Defense.

King Defense é um jogo de estratégia que pode ser jogado com um baralho comum e um dado de seis lados (d6). O objetivo do game, como já diz o nome, é defender seu Rei dos ataques inimigos. Cada Rei, assim como cada naipe do baralho, tem uma habilidade específica, seja esta de ataque ou defesa, que é ativada no decorrer da partida. Além dos reis, das cartas ofensivas e defensivas, há ainda magias e condições específicas de vitória que variam com o número de vezes que as cartas são embaralhadas. Algo realmente bonito de se ver.

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O primeiro play test durou cerca de 40min, mais do que o normal, geralmente metade disso, já que regras novas eram inventadas e discutidas a cada instante, e foi sucesso total. Sério, a aceitação foi imediata e todos os poucos privilegiados que puderam experimentar de nossa criação até agora também acharam que o negócio tem futuro.

Gostamos de pensar em King Defense como o novo Bang, já que ambos possuem uma mecânica simples, podem ser jogados com baralhos comuns, e devem ter sido inventados em um momento de ócio criativo.

Um guia oficial de regras está em vias de ser produzido, mas sua divulgação, pelo menos por agora, não será tão facilitada assim. Além de ainda faltar decidir alguns fatores que influenciam no final da partida como a Sudden Death, estamos tendo sérias conversas sobre patentear o jogo e procurar empresas para produzi-lo, já que ficou REALMENTE BOM nada parecido com aquelas brincadeirinhas infantis, King Defense tem bastante potencial, e vocês ainda ouvirão falar dele.

Prometo ficar informando como anda o processo de registro e assim que for possível disponibilizar o manual completo aqui no EntrelinhaZ.


Resenha: RocknRolla: A grande Roubada

Janeiro 21, 2009

Lembro bem do meu primeiro contato com os filme de Guy Ritchie, tinha 16 anos e era uma tarde comum na escola, chato como qualquer outro, quando um dos meus colegas de classe começa a imitar movimentos de boxe e contar para um terceiro sobre o filme que ele havia visto na noite passada. As palavras “Tijolo” e “Brad Pitt” foram ouvidas sem muito entusiasmo naquele dia. O DVD do filme rodou de mão durante toda a semana até chegar a mim. Juro que não sabia o que esperar ao colocar Snatch: Porcos e diamantes no aparelho. Só maravilhas desde então.

Para quem não sabe durante uma fase sombria que durou todo seu casamento com Madonna, Guy Ritchie dirigiu alguns filmes sem expressão que não merecem nem mesmo ser citados aqui, e RocknRolla: A grande Roubada, é o primeiro longa do diretor que retoma suas velhas origens: O submundo do crime na Inglaterra.

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“As pessoas perguntam: O que é um RocknRolla? Eu digo a elas que não tem nada a ver com baterias, drogas e picadas. Oh, não. É muito mais que isso, meu amigo. Todos gostam de um pouco de boa vida. Alguns, o dinheiro. Alguns, as drogas. Outros o jogo do sexo, o glamour, a fama. Mas um RocknRolla, oh, ele é diferente. Por quê? Por que um RocknRolla quer a porra toda!!!”

O filme conta a história de OneTwo (Gerard Butler) e o Bando Selvagem, grupo formado por alguns bandidos meio inexperientes que acabam tirando a sorte grande em um “trabalho” armado pela contadora do bilionário russo Uri Omovich (Karel Roden), a financeiramente criativa Stella (Thandie Newton). Após o roubo, uma série de contratempos e mal entendidos, colocam chefões do crime londrino, a máfia russa, astros do rock e drogados furiosos no caminho do bando em uma trama tão complexa (típico de Ritchie) que só é entendida e desvendada nos minutos finais da narrativa.

RocknRolla

Na parte técnica, RocknRolla não faz feio. A fotografia é GENIAL. As cenas acinzentadas, como a da perseguição no túnel, são lindas e contribuem ainda mais para o clima “underground” da história. As Atuações deixam muito pouco a desejar, talvez não tenha me identificado muito bem com Thom Wilkinson, como Leny Cole, já que ele merecia uma postura mais ameaçadora, e não tão fraca como mostrado. Butler, por sua vez, rouba a cena sempre que aparece. Seja debochando dos russos ou com seu amigo homossexual. Imperdível.

Quem conhece Snatch e Jogos, trapaças e dois canos fumegantes, vai se identificar MUITO com o estilo de filmagem, e até com a abertura do filme, com as imagens “desenhadas” apresentando os atores ou facetas da trama.

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E é exatamente por isso o filme deixa de ser tão grande como deveria. Comparações são inevitáveis, e em comparação RocknRolla perde para seus irmãos mais velhos. Podemos ver vários elementos sendo repaginados dos filmes antigos, como o sumiço da pintura, e um grupo de amigos tentando aparecer no mundo do crime. É insuficiente para fazer de RocknRolla um filme ruim, mas, de qualquer forma, esperava mais originalidade de um verdadeiro filme de Guy Ritchie.

Ainda preciso manter-me imparcial sobre RocknRolla, já que não se trata de um filme isolado, como as antigas obras de Ritchie, e sim da primeira parte de uma trilogia que até o momento está prometendo muito. Mas por enquanto, mesmo com esse futuro incerto, RocknRolla já merece ser visto e apreciado como um filme BEM acima da média.

Gênero: Ação

Tempo: 114 min.

Lançamento: 31 de Out, 2008

Classificação: 16 anos

Distribuidora: Warner Bros.


Volta ao Magic

Janeiro 19, 2009

É a primeira vez que escrevo sobre Magic aqui no EntrelinhaZ, muito provavelmente porque voltei a jogar há bem pouco tempo.

Para quem não sabe, Magic: The gathering (Só Magic para ser mais conciso) é um Trading Card Game (jogo de cartas colecionáveis). Além de ser o mais famoso do mundo, um dos mais antigos, é um dos mais estratégicos e com o maior número de jogadores, Magic já fez parte das JSS (Junior Super Series), as olimpíadas mentais que tinham como premiação bolsa de estudo para faculdades. Saiba mais aqui.

magic

Pois bem, como já dito eu havia parado desde o começo de 2004, quando, desanimado, comecei a dedicar meu tempo livre à minha vida pessoal, estudos ou outras atividades menos dispendiosas. Porém, sempre ficou aquele gostinho amargo de saudade na boca e sempre repetia que assim que fosse financeiramente saudável eu voltaria à nerdice.

Bom, ainda não é, mas já que as duas faculdades consomem quase todo meu tempo semanal tornando um emprego inviável em tempos próximos resolvi voltar mesmo assim.

Após estudar um pouco o ambiente T2 e checar minhas possibilidades financeiras montei um MonoRed Aggro que apresentou, em meu ver, o melhor custo benefício. Segue a lista:

19 – Montanhas

3 – Acampamento Ghitu

—-22 Lands

3 – Trovão Infernal

4 – Figure of Destiny

4 – Mogg fanático

3 – Ashenmoour Gouger

3- Boggart Ram-gang

4 – Demigod of Revenge

—- 21 Creatures

3 – Shock

3 – Magma Spray

3 – Puncture Blast

4 – Flame Javelin

4 – Incinerate

—- 17 other spells

Aqui em São Luís, realmente não temos muitos jogadores, ontem, no maior campeonato em muito tempo, houve 18 competidores, mas pelo contrário do imaginável o nível de jogo é muito alto, o que acaba assustando alguns iniciantes. Não é raro ver decks tops, campeões mundiais e literalmente milhares de reais em forma de cartas sendo jogados nas mesas.

Apesar de ter sido o meu primeiro campeonato sério em, sei lá, 5 anos, tive um ótimo resultado, fiz top 3 perdendo apenas duas partidas, sendo elas para o primeiro e segundo lugar da disputa.

O desempenho do Monored é bom, não dos melhores, mas é bom. Sinto-me muito inseguro ao jogar com o deck, há certas respostas que não posso dar às ações adversárias. Até mesmo criaturas, que seriam fáceis de remover com dano direto, tornam-se obstáculo. Proteção contra o vermelho, como Burrenton Forge-tender , então nem se fala.

Quando a mão vem boa e rápida o deck atropela, mas perder o terceiro land drop, ou enfrentar remoções no início de jogo acaba completamente com o gás do baralho, parece que uma engrenagem ficou desalinhada.

As vitórias saíram contras as good matches e as derrotas contra os decks que eu já sabia ter dificuldades. Um Cruel Control e um Realm Razer foram atropelados enquanto um Tritão UW e um Jace Control fizeram o inverso comigo.

Em compensação ao seu enorme poderio ofensivo ,o monored aggro consegue ter toda essa fragilidade contra alguns arquétipos do ambiente. Com esses pensamentos em mente resolvi mudar um pouco o baralho, adicionar branco e fazer um Vengeant Winnie com a esperança de ter algumas vantagens contra as partidas que antes seriam de graça para o adversário. Já comecei a encomendar as cartas e a lista dos primeiros testes deve sair em breve.

Acho que o blog acabou de ganhar mais uma seção com esse meu recém lembrado vício, mais um espaço para falar de Magic, decks, estratégias e frustrações sobre o jogo.


Eu sou a Lenda: Livro X Filme.

Janeiro 17, 2009

Não havia chegado a comentar, mas Eu sou a Lenda é, para mim, não só um dos melhores filmes de 2007, mas um dos melhores de todos os tempos. Todos os leitores assíduos (isso mesmo, vocês três) já perceberam o quanto gosto de vampiros/lobisomens/zumbis/futuros pós-apocalípticos, e uma história que retrate dois desses aspectos combinados como um lanche do Mc Donnalds merece atenção redobrada.

Depois de ver o longa umas três vezes se não me engano, a Novo Século lançou aquela ediçãozinha bonita do livro de Richard Matheson que eu insistia em namorar em toda vitrine de livraria até que finalmente nesse fim de ano o ganhei de natal de minha querida progenitora. Imediatamente seria distante demais do momento em que comecei a folhear o volume e devorar a história.

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Acho que foi o primeiro caso em que vi uma adaptação MELHOR que a obra original. Sério, todos da série Harry Potter, O Enigma de Andrômeda (que vi ontem, por acaso), Timeline, ambos e Michael Crichton, são ótimos exemplos, mas Eu sou a Lenda filme é tão foda, tão foda que o livro fica para trás. É ruim? Nunca na vida. Melhor? Também não.

Aviso de Spoiler. Se você não tem nenhum interesse em ler o livro é só clicar abaixo e continuar lendo, caso contrário pare por aqui.

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Falta de atualizações

Janeiro 14, 2009

Acho que este, ultimamente, é o título mais comum que coloco aqui no blog. Vou resumir a seca de posts em uma palavra e alguns números: Xbox 360.

Brincadeiras a parte, estou no Maranhão de novo, mas o diário de viagens não vai ser mais publicado, já que nesses 17 dias eu tive MUITO tempo para pensar na minha vida, no que eu sinto e nas outras pessoas, ficou um diarinho muito pessoal. Eu, eu mesmo e Irene.

Estou só terminando algumas provas e apresentações na UFMA para ficar de férias de verdade, já que o curso de jornalismo já acabou faz tempo, e volto a escrever com mais assiduidade pra cá.

Prometo acabar os 5 posts que repousam incompletos no meu desktop e adicionar algo novo sobre videogame, agora que faço parte oficialmente da última geração.

Abraços.