DEATH MAGNETIC

Setembro 21, 2008

Texto publicado originalmente em trabalhos anteriores do autor.

Acho que nada seria tão difícil para mim quanto escrever sobre o Metallica de forma imparcial, sem deixar toda minha admiração influenciar no texto. Admito, sou fanboy.

Essa, que, seguramente, é uma das maiores bandas de todos os tempos, para mim é a MAIOR banda de todas. Seria impossível expressar o quanto as músicas de Hetfield foram importantes na formação, não só do meu gosto musical, mas do meu caráter em si. Agora, com o lançamento do novo CD, não posso mais adiar a difícil tarefa que vem pela frente. Que venha o Death Magnetic.

Primeiras impressões:

Foram ótimas. Evitei escutar as faixas que foram liberadas no site do grupo com medo do que estava por vir. O som está mais pesado que o St. Anger. Está com mais cara de Metallica. A bateria, que também me incomodou muito no álbum passado, não parece mais aquele apanhado de latas Suvinil. Lars, desta vez, acertou na escolha.

Após um considerável tempo ouvindo o disco, pude perceber com mais clareza que o que eu ouvia não era a reinvenção do Metallica ou a volta dos tempos áureos. Era um álbum bom. Nada que se comparasse com o And Justice for All, mas ainda assim melhor que Reload e família.

As melhores Faixas:

5- All Nightmare Long: A batida pesada, os riffs fortes e o refrão poderoso dão um clima ótimo a esta canção. Se não fosse a diferente atitude do vocal para com todas as músicas atuais, veríamos um novo clássico. Aquela música para cantar até mesmo inconscientemente.

6 – Cyanide: Não sei por que me lembro de Battery quando ouço essa faixa. Não tem nada a ver. Tentar comparar com músicas antigas é realmente impossível. Apesar dos pesares, Cyanide apresenta ótimas melodias, e uma letra bem intensa, como é de praxe do Metallica. O solo já clássico de Kirk Hammett vem no final da trilha para completar a obra de arte.

7 – The unforguiven 3: De cara minha música preferida. Apesar de não apresentar o mesmo sofrimento das suas irmãs mais velhas, the unforguiven 3 ainda cria um clima de tirar o fôlego com o começo em violoncelo e piano. O refrão é super profundo. Virou ate “frase de MSN”. Atrai mais pela letra do que pelo ritmo.

10 – My apocalipse: A “porrada” do álbum. Assim como Dyers Eve e Disposable Heroes, essa faixa inflama qualquer “roda punk”, tira qualquer fã do chão e dá torcicolo em qualquer pescoço. O tema “destrutivo” da música com a batida frenética na bateria faz desse um dos melhores trabalhos do Metallica em MUITO tempo.

Considerações finais:

O grupo de James Hetfield e companhia desvirtuou-se de seu caminho há muitos anos atrás com o Load, Reload e as camisas de seda. Aqueles cinco garotos comuns vestindo jeans e camisetas haviam se transformado em coroas ricos que só visavam lucro, pessoas que perderam aquele senso de destruição juvenil de outrora. E com o Death Magnetic, eles tentam voltar às raízes.

Tentam.

É impossível resgatar aquele fogo que ardia em seu peito cerca de 20 anos atrás. As coisas mudam, as pessoas mudam. A vida não parece sumir por entre seus dedos, as trevas não querem mais engolir o seu mundo e não há um mestre de marionetes puxando seus cordões. Há, no entanto, uma família, filhos, contas e responsabilidades. Você cresceu, ELES cresceram. É impossível escrever sobre algo que não faz mais parte da realidade que a banda vive.

Foi isso que aconteceu com o Metallica. A diferença deste para os outros álbuns é a proximidade que os caras chegaram daquela essência devastadora que os levou ao sucesso. Não é o melhor da banda, não é a volta do Metallica, ele nunca se foi para os que realmente acreditavam, é somente uma ótima tentativa de agradar os fãs mais crentes da banda.

Desta vez me convenceu. Obrigado, Metallica.


Resenha: Flyleaf

Setembro 20, 2008

Texto publicado originalmente em trabalhos anteriores do autor.

No ano passado, tive certa carência musical. Como já dito, escuto praticamente as mesmas coisas, procuro não inovar muito. No entanto, novidade era a palavra chave naquela época. Conversei bastante com pessoas mais entendidas, baixei álbuns e discografias, cheguei até a me interessar por alguns grupos bons, mas nada comparado ao Flyleaf.

Flyleaf

A banda de rock alternativo formada em Belton, Texas em 2002 traz melodias pesadas com letras conflituosas, abordando até mesmo temas mórbidos como assassinatos famosos.

O primeiro nome escolhido para o quinteto foi Passerby. Chegaram a fazer mais de 100 shows com esse rótulo, até descobrirem que já existia uma banda com essa nomeação.

Em 2004 o presidente da Octone Records, se interessou pelo grupo após assistir uma apresentação, e depois de dois dias já os contratava para sua primeira gravação. O álbum de estréia, no entanto, só iria sair no ano seguinte, o auto-intitulado Flyleaf.

A vocalista, Lacey Mosley, não tem aquele tipo de voz poderosa que estou acostumado a ouvir de bandas como Arch Enemy ou Within Temptation, mas é algo que cativa. Combina com as letras de suas canções.

No começo de 2006, através de um acordo entre as gravadoras, o quinteto mudou-se para a J Records, a fim de conquistar mais ainda o público Cristão, que compartilha as mesmas crenças do grupo.

A banda teve algumas de suas músicas como: trilha sonora os filmes: Resident Evil : Extinção, Live free or Die Hard, aparecendo em jogos de videogame e no topo de listas da MTV americana onde foram nomeados artist of the week.

Atualmente, os músicos estão em turnê na Europa Juntamente com o Korn.

Misturando momentos agressivos com baladas calmas, Flyleaf é uma banda quase conceitual, apresentando letras que conseguem cativar os ouvintes e criar verdadeira paixão pelo seu som.

Sorrow

I’m so sick

IMPERDÍVEL: Cassie

Formação:

Lacey Mosley – Vocal

Sameer Bhattacharya – Guitarra

Jared Hartmann – Guitarra

Pat Seals – Baixo

James Culpepper – Bateria

Discografia:

Flyleaf, 2005

Fonte: Wikipedia, Site Oficial.


Resenha: The Exies

Setembro 20, 2008

Texto publicado originalmente em trabalhos anteriores do autor.

Escrever sobre música hoje em dia é tão estranho, quase não passo mais por essa coluna, mas como houve um pequeno problema com o prazo de entrega do texto, aqui vai:

Após começar a trabalhar, no ano passado, me dei o luxo de comprar coisas que eram um pouco mais caras e eu não poderia pedir para minha querida mamãe. Um desses presentes que ganhei de mim mesmo foi o meu ps2. Nos primeiros dias joguei até meus dedos calejarem e minha coluna ficar tão retorcida como o pára-choque de um Uno 1999 após bater de frente contra um caminhão.

Um dos melhores títulos que tive o prazer de pôr as mãos Foi: Guitar Hero 3 – Legends of Rock. Além de o jogo ser ótimo, divertido e um dos poucos que eu ainda coloco no console após terminá-lo em vários modos diferentes, ele ainda te proporciona o descobrimento de várias bandas boas que você nunca havia ouvido falar. Uma delas, e talvez a principal, foi The Exies.

A banda, formada em 1997 na Califórnia, tem em seu nome uma abreviação de The Existencialists (Os Existencialistas). O grupo faz um som bem diferenciado, hora com músicas mais rápidas e agressivas e em outro momento tocando uma balada bem sentimental.

A explosão do The Exies na cena de Los Angeles, nos final dos anos 90, se deu quando o guitarrista e cantor Scott Stevens, escolheu o baixista Freddy Herrera e o baterista Thom Sullivan para formar uma nova banda inspirado no Rock britânico da década de 60. Seu primeiro álbum, self-titled, foi lançado em 2000 pela Ultimatum Records. Mas eles realmente estouraram com o seu segundo CD. Inertia, pela Virgin Records em 2003. O primeiro single, My Godess, apareceu em como trilha sonora em vários jogos de ps2, entrou no top10 da MTV e foi tocado até no popular talk show americano apresentado por David Letterman.

Em 2004, o novo álbum Head to the door, também lançado pela Virgin, foi um grande sucesso de vendas, teve muitas músicas aparecendo em jogos de vídeo-game e programas de TV. Após uma turnê com o Mötley Crüe em 2005, a banda migrou para a Eleven Sevem Music (que acompanha os garotos até hoje), para o lançamento de seu mais novo trabalho: A modern Way of living the Truth.

Como já dito, The Exies é uma banda “vendida”, divulga seu trabalho nas mais diversas mídias e nem por isso é conhecida no Brasil. Sua música de qualidade vale todo o espaço que provavelmente vai ocupar no seu HD. Enjoy!

A descoberta: Hey You

Sentimento: Ugly

Membros:
Atual
  • Scott Stevens – Vocal, Guitarra (1997 – Presente)
  • Freddy Herrera – Baixo, Vocal (1997 – Presente)
  • Chris Skane – Guitarra, Vocal (1997, 2006 – Presente)
  • Hoss Wright – Bateria, Percussão (2007 – Presente)
Anterior
  • Thom Sullivan – Bateria (1997 – 2001)
  • David Walsh – Guitarra (1997 – 2006)
  • Dennis Wolfe – Bateria (2002 – 2006)
  • Eric Briggs – Guitarra (1999 – 2000)

Discografia:

The exies (2000)

Intertia ( 2003)

Head for the door ( 2004)

A Modern Way of Living the Truth ( 2007)


Resenha: Tenacious D

Setembro 20, 2008

Texto publicado originalmente em trabalhos anteriores do autor.

“Talvez não seja justo ver ou escrever sobre Tenacious D se estiver sóbrio!”
-Robert Wilonsky, THE VILAGE VOICE

Eu sei que você gosta de Jack Black. Ele é um gordinho engraçado. Não tem como não gostar.

Eu sei que você gosta de Música. Afinal, ela anima sua vida e torna as situações monótonas mais suportáveis.

Imagine agora as duas situações combinadas, Jack Black cantando e tocando com toda a desenvoltura já mostrada em filmes como School of Rock e Nacho Libre, e canções com um alto teor cômico e uma ótima pegada de rock.

É disso mesmo que se trata a banda: Tenacious D.

Black é o vocalista e base-guitar da banda de folk-rock Tenacious D. Juntamente com o seu amigo e, também guitrrista, Kyle Gass, Jack faz músicas com estilo descompromissado e nada ortodoxo, já característico de sua pessoa.

Em 2006, foi gravado o filme Tenacious D and the pick of the destiny, que conta a história do início da banda com alguns toques ficcionais, como quando o seu amigo KG trava uma batalha contra o diabo.

Os dois se conheceram em meados da década de 1990 em um grupo de teatro formado pelo ator Tim Robbins, onde revelaram a sua paixão por rock. De lá para cá, a banda gravou, em 2001, o álbum: Tenacious D, e em 2006 seu segundo trabalho: The pick of the destiny. Acho que tão poucas gravações são devido principalmente ao trabalho de Black com o cinema. Isso, porém, não os impediu de terem a música The metal lançada no jogo de vídeo-game Guitar Hero 3.

Apesar de tão pouco material disponível, the greatest band in the world já criou alguns verdadeiros hinos da comédia do rock, e merece ser escutado mesmo por quem não gosta desse tipo de música. Sempre é bom dar umas risadas.

O começo de tudo: Kickapoo

A melhor música do mundo: Tribute

Eu sei como às vezes é chato ver esses vídeos em blogs, mas Tenacious D REALMENTE vale a pena.

Integrantes: Jack Black, Kyle Gass.

Página oficial: Tenaciousd.com


Resenha: Avenged Sevenfold

Setembro 20, 2008

Texto publicado originalmente em trabalhos anteriores do autor.

Desde que me entendo por gente tenho um gosto musical muito fechado. Não que eu esteja plenamente satisfeito com isso, claro, perco muita coisa boa por ser “cabeça dura”. O lado bom é que também mantenho afastado os bregas e pagodes da vida.

Em meados de 2006 começou toda essa invasão EMO/SCREAMO/Vertentes Idiotas. Fechei meus queridos ouvidos pra todas essas aberrações musicais. Continuei firme e forte com o sempre bom Thrash Metal do Metallica.

Um dia chegaria a banda que mudaria meus conceitos. Esse dia chegou com: Avenged Sevenfold.

Parecem Emos mas são legais.

A história: Formada em 1999, o Avenged Sevenfold (Vingado 7 vezes), lançou durante esse ano e o seguinte inúmeras demos como: The Art Of Subconscious Illusion e We Come Out At Night.O primeiro álbum do Avenged Sevenfold, Sounding The Seventh Trumpet foi gravado quando os integrantes tinham apenas dezoito anos,em 2000. Originalmente foi lançado pela sua primeira gravadora, Good Life Recordings em 2002. O álbum seguinte chamado Waking The Fallen também foi lançado pela Hopeless Records em 2003. E teve uma ótima aceitação pela revista Rolling Stones, sendo considerado um dos melhores álbuns de metalcore de todos os tempos. Em 2005, após assinar contrato com a Warner, foi lançado o City of Evil, o material mais melódico da banda e um dos melhores em minha opinião. No final de 2007, lançaram seu quarto álbum, Avenged Sevenfold(Self-Titled), que de início já foi um grande sucesso. Desde então, a banda tem feito turnês com grandes nomes do rock como Iron Maiden e divulgado seu trabalho.

O Avenged Sevenfold é considerado por muitos como metalcore, emocore, screamo e etc. Não sei bem como definir a banda, já que eles mudam de estilo em cada faixa de seus disco. Tirem suas próprias conclusões e divirtam-se.

A bateria sempre rápida. Chapter Four.

O primeiro som que me conquistou: Bat Country.

Imperdível. Unholy Confessions.

Formação:

M. Shadows (Matthew Charles Sanders) — Vocal, guitarra teclado.

Zacky Vengeance (Zachary James Baker) – Guitarra Base e Vocal de apoio.

Synyster Gates (Brian Elwin Haner Jr.) — guitarra solo, piano e vocal de apoio.

Johnny Christ (Jonathan Lewis Seward) — baixo.

The Reverend (James Owen Sullivan) — bateria, piano, percussão e vocal de apoio.

fonte


Resenha: Bad Religion

Setembro 20, 2008

Texto publicado originalmente em trabalhos anteriores do autor.

Bad religion é uma banda de punkrock americano formado na década de 1980 e como o nome já diz, os caras são ATEUS. E isso vai muito além da alcunha do grupo, faz parte das suas letras e sua filosofia de vida.

it’s all right to have faith in god
but when you bend to their rules and their fucking lies
that’s when I start to have pity on you.

Bad Religion, Faith in God.

Mas não se enganem com os hinos anti-religião. A banda não é formada somente por cinco ou seis idiotas emaconhados. Só como um exemplo: Gregory Walter Graffin, o vocalista, é PhD em ciências sociais e palestrante fixo da UCLA. Os outros membros igualmente têm formações acadêmicas intimidadoras como Graffin. Certamente vem coisa boa pela frente.

You never stole from the rich to give to the poor
All he ever gave to them was a war
And a foreign enemy to deplore

Bad Religion, Let Them Eat War.

Voltando a história: O sucesso na mídia só veio com a troca de gravadora e o lançamento dos álbuns Recipe for Hate em 1993, e Stranger than Fiction em 1994, nesse ano os rapazes tiveram mais uma troca de guitarrista, a saída de Gurewitz, que tocava no grupo desde o ensino médio, foi regada a gritos de “vendido”, também cantado pelos fãs. O período pós Gurewitz, pra mim, foi o mais produtivo em minha opinião, lindas músicas como: A Walk e o álbum: TheGray Race foram lançados nessa época.

O guitarrista “semi-socialista” voltou a ocupar seu posto no Bad Religion em 2002, os fãs vibraram e foi comemorada a volta às raízes do grupo e também à sua primeira gravadora, a Epitaph Records. Atualmente, a banda segue em turnê do seu novo disco, New Maps of Hell, lançado no ano passado.

Não há mais o que falar sobre o Bad Religion, ame-os ou os odeie. Uma banda com mais de 20 anos de estrada que produz um punk rock de rapidez e qualidade com letras fortes e impactantes que merece ser escutado pelo menos uma vez.

Incomplete. Fala muito sobre qualquer um

American Jesus. Crítica.

Do What YOU Want. Meu sonho é ouvir essa música ao vivo.

Integrantes

  • Greg Graffin – Vocal
  • Jay Bentlev – Baixo
  • Brett Gurewits – Guitarra
  • Greg Hetson – Guitarra
  • Brian Baker – Guitarra
  • Brooks Wackerman – Bateria

Discografia

  • How Could Hell Be Any Worse (1982)
  • Into the Unknown (1983)
  • Back the Know (1984)
  • Suffer (1988)
  • No Control (1989)
  • Against the Grain (1990)
  • Generator (1992)
  • Recipe for Hate (1993)
  • Stranger Than Fiction ( 1994)
  • The Gray Race (1996)
  • Tested (ao vivo, 1997)
  • No Substance (1998)
  • The new America (2000)
  • The Process of Belief (2002)
  • The Empire Strikes First (2004)
  • New Maps of Hell (2007)

Fonte: Wikipedia, Site Oficial